16 de abril de 2016

365 Vidas - Alpha Protocol


O amigo Fabiano já falou e eu assino embaixo: por mais prático que seja comprar alguma coisa em meio digital, a tendência a esquecê-la é muito maior do que, por exemplo, aquele livro que você ainda não leu e que insiste em aparecer na sua frente quando vai tirar a poeira da estante.

Por conta desses Humble Bundles da vida, minha biblioteca do Steam cresceu de maneira exponencial em um período inferior a dois anos. Só para se ter uma ideia, apenas 20% dos meus jogos foram comprados diretamente na plataforma; do restante, muitos eu nem sabia que tinha, como é o caso de Alpha Protocol.

Alpha Protocol é um RPG de ação – ou RPG de espionagem, de acordo a descrição oficial – que, pelos seus 10 minutos iniciais, me pareceu mais um jogo de ação com elementos de RPG, do que o contrário. E para ser muito sincero: tirando a escolha da classe (Soldier, Field Agent, Tech Specialist, etc.) do personagem e um rápido diálogo, no início o jogo tem mais cara de Max Payne do que Knights of the Old Republic, do qual carrega algum DNA.

O jogo, desenvolvido pela Obsidian e publicado pela Sega, coloca o jogador no papel de Michael Thorton, um agente estilo Jason Bourne, membro de uma equipe secreta, a tal Alpha Protocol. A história começa com um avião sendo derrubado por um míssil, e dali volta a três meses no passado, com Thorton desacordado na enfermaria de uma instalação desconhecida. Sua primeira missão: sair do local…

Apenas 10 minutos de jogo não foram suficientes para saber o rumo da história, mas deram uma boa ideia da mecânica, que me parece funcionar melhor nos consoles. Apesar de ter entrado sorrateiramente para a minha biblioteca no meio do bolo de algum bundle, Alpha Protocol virou um jogo que darei mais atenção no futuro.

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