21 de abril de 2016

365 Vidas - Binary Domain


Parece o roteiro do terrível Waterworld: o ano é 2080, e o aquecimento global levou a uma inundação de proporções catastróficas que tornou grande parte do mundo inabitável. Como a maioria da população foi dizimada, robôs passaram a ser usados na reconstrução das cidades.

Criada pela International Robotics Technology Association (IRTA), a força-tarefa Rust Crew é enviada ao Japão, sem conhecimento ou consentimento do governo japonês, para investigar notícias de que a Amada Corporation está desenvolvendo robôs humanoides, um sinal de que a guerra contra as máquinas está por vir.

Binary Domain é um jogo de tiro em terceira pessoa, que coloca o jogador no papel de Dan Marshall, o líder da Rust Crew. Para fugir do arroz com feijão do gênero, o jogo conta com um sistema de reconhecimento de voz, que o jogador utiliza para se comunicar com os membros da sua equipe, mas eu nem me dei ao trabalho de testar essa funcionalidade, porque falar com o computador é coisa de maluco não faz meu estilo e esse tipo de coisa nunca funciona tão bem como os desenvolvedores gostariam.

Dizem que o jogo conta com inimigos “altamente inteligentes”, que se adaptam ao estilo do jogador, mas o pouco que joguei foi bem roteirizado, como pude confirmar em outros vídeos de gameplay.

Apesar de pertencer a um gênero que não tenho o costume de jogar, Binary Domain me pareceu interessante de revisitar no futuro, naquele momento em que você só quer desligar o cérebro.

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