10 de abril de 2016

365 Vidas - Crazy Taxi


Eu já não dava mais muita bola (e dinheiro) para fliperama, quando vi, pela primeira vez, uma máquina de Crazy Taxi em algum finado arcade, há pouco mais de 15 anos, provavelmente. Parecia muito divertido, mas não tanto a ponto de me fazer gastar algumas fichas.

De lá pra cá o jogo foi portado para praticamente todas plataformas existentes, mas o meu primeiro contato com ele só se deu recentemente, por conta de um bundle da Sega. Mesmo assim, foi rápido: instalou, testou, removeu.

Em Crazy Taxi você é, obviamente, um motorista de táxi – duh – que transporta passageiros até o destino solicitado, só que da forma mais rápida e alucinada que puder. Ou seja: dirigindo como os motoristas de ônibus em Belo Horizonte.

No modo arcade o tempo é curto e obriga o jogador a pegar um passageiro atrás do outro para não tomar um Game Over na cara, mas o jogo também permite partidas de 3, 5 ou 10 minutos que dão uma certa folga para rodar pela cidade antes de iniciar uma corrida. Não haveria necessidade desse limite de tempo, se o seu carro explodisse após uma manobra/acrobacia mal feita, mas a pegada é outra: zoação total.

Como eu imaginava que seria, Crazy Taxi é bem divertido, mas igualmente repetitivo. Mesmo que não tenha uma física igual à do GTA 5, que te faz querer rodar sem rumo pela cidade por horas a fio, ainda é um jogo para se deixar instalado, para uma rápida e alucinada partida de vez em quando.

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