3 de maio de 2016

(Re)Descobrindo Lisboa - Oceanário


Quando estivemos em Lisboa em 2013, tivemos um bom tempo para visitar vários lugares, mas acredito que só nessa segunda vez, quando nos desobrigamos de um roteiro de atrações turísticas, é que começamos, acredito, a conhecer melhor a cidade.

Nosso foco foi, como na segunda visita a Paris, curtir a cidade de uma forma semelhante à que curtimos Belo Horizonte, e isso não excluiu uma revisita ao Oceanário de Lisboa.

Na primeira vez, quando estivemos no Oceanário em pleno inverno, éramos uns dos poucos visitantes no local que, como um grande aquário, era plácido. Desta vez, não sei se por conta do início da primavera, uma multidão mal-educada de vários sotaques se espalhava pelo ambiente trazendo caos e cacofonia, uma triste metáfora para a relação da humanidade com a natureza.

Sorte a nossa, talvez, mas a exposição temporária Florestas Submersas by Takashi Amano, por outro lado, estava vazia civilizada e permitia a contemplação com a calma e a quietude que o ambiente pede. O aquário, com 40m de comprimento, é de autoria do fotógrafo japonês Takashi Amano, falecido em 2015.

Apesar do alto valor do bilhete (17€ por adulto, para as duas exposições), certamente visitaríamos o Oceanário uma vez por outra, caso morássemos em Lisboa. O problema seria apenas ter a paciência necessária para suportar a horda de gente xucra (turistas e locais) que tomou conta do lugar.

Será que no inverno fica melhor?

Veja também:

- Ouvindo: Ducktails - Headbanging In The Mirror

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