16 de outubro de 2020

Mythic GME + Cthulhu Dark (Parte 4)

Mythic GME + Cthulhu Dark (Parte 4)

Anteriormente…

Magnus deixa o armazém, onde conheceu Gabriela, a filha de um amigo do prefeito. Com ela, fica sabendo que a cidade está vazia por conta da festa em comemoração ao dia do padroeiro dos mineiros que vieram morar em Redenção. Como a praça estava vazia e tanto a igreja quanto a farmácia estavam fechadas, o detetive segue para a pousada Estrela Lunar.

NEW SCENE (CUSTOM)
    SCENE DESCRIPTION: Magnus deixa a praça em direção à pousada Estrela Lunar

CHAOS FACTOR: 7

Magnus estaciona o carro em frente à pousada. É uma casa simples, de único pavimento, com uma placa na porta: Estrela Lunar. Além do nome da pousada, é possível ver uns símbolos esotéricos desenhados na placa.

FATE CHART QUESTION: "A pousada está aberta?" » RESULT: NO

Ainda é final de tarde, mas Magnus encontra a pousada fechada. Ele olha pela janela para tentar ver alguém dentro…

FATE CHART QUESTION: "Magnus consegue ver alguém dentro da pousada?" » RESULT: NO

    RANDOM EVENT:
        [ EVENT MEANING » CRUELTY : TACTICS ]
        [ EVENT FOCUS » NPC ACTION, TARGET » Miguel Lima ]

Enquanto Magnus olha pela janela da pousada, para ver se encontra alguém lá dentro, ele sente o cano de uma arma em sua nuca. Antes que possa dizer algo, ele escuta a voz familiar do prefeito Miguel Lima:

— Miguel Lima: Eu sugeri a você que voltasse para BH, mas você insistiu em ficar na cidade bisbilhotando por aí…
— Magnus: Eu só estava pedindo direções no armazém.
— Miguel Lima: Ninguém aqui é criança, senhor Magnus…
— Magnus: Eu estou em uma investigação oficial, prefeito. Se acontecer algo comigo, no outro dia essa cidade estará cheia de policiais revirando tudo.

Teste de Intimidação:
    - Dado Humano: 2
    - Dado Ocupação: 1
    - Dado Desafio (Prefeito): 6
    - Resultado: FALHA

— Miguel Lima: Isso não é problema, detetive. A única pessoa que viu você por aqui foi a filha do Venâncio, mas a menina está doente e pode, a qualquer momento, ser mandada para Belo Horizonte. Não temos um bom hospital aqui, sabe como é…
— Magnus: Eu só estou fazendo meu trabalho. Não quero trazer problema pra ninguém.
— Miguel Lima: Eu sei, sr. Magnus. Eu também… Na verdade, eu esperava que você fosse embora pelo seu próprio bem.
— Magnus: Eu sei cuidar de mim mesmo.
— Miguel Lima: E eu sei cuidar da minha cidade, sr. Magnus.
— Magnus: Mas o que há de errado aqui que me impeça de investigar um, ou melhor, dois desaparecimentos?
— Miguel Lima: É complicado.
— Magnus: Eu tenho todo o tempo do mundo, prefeito. Se quiser me explicar o que está acontecendo, eu prometo que não vou incomodá-lo.

Teste de persuasão:
    - Dado Humano: 4
    - Dado Desafio (Prefeito): 3
    - Resultado: SUCESSO

— Miguel Lima: Eu sei que, se deixá-lo ir embora, você vai dar um jeito de continuar fuçando por aí… Mas eu também não posso dar um sumiço em você, pois não fazemos as coisas desse jeito por aqui. Pode abaixar a arma, Paulinho.

Entre os 13 oráculos para gerar coadjuvantes, o 2d10Solo possui um que ajuda a determinar quais informações um NPC passa para o protagonista:

Informações passadas pelo Coadjuvante para o Protagonista: Passa um Rumor em relação à Aventura

— Miguel Lima: Olha, tudo que eu sei são boatos, porque nunca me envolvi com esse pessoal do rio.
— Magnus: Pessoal do rio?
— Miguel Lima: Esses mineiros que mudaram pra cá…
— Magnus: Isso tem alguma relação com a denúncia que o Sérgio Pessoa veio conferir?
— Miguel Lima: Eu não sou o único na cidade que não gosta do que eles estão fazendo no rio, mas essa cidade é pequena e precisa, infelizmente, se manter. Mas eu não sei o que eles fazem lá e nem quero saber.
— Magnus: Mas esses boatos que você falou…
— Miguel Lima: Bruxaria. Tudo que ouvi falar é que mexem com bruxaria lá no rio. O povo aqui sempre foi muito religioso e temente a Deus, mas muita gente da cidade deu as costas para a igreja quando o ouro começou a aparecer.
— Magnus: Você sabe me dizer se o Sérgio ou mesmo o Flávio Veiga chegou a visitar esse local de mineração?
— Miguel Lima: Eu falei para eles irem embora e não os vi mais novamente. Espero que tenham me ouvido.
— Magnus: Essa festa do padroeiro que a Gabriela me contou no armazém… A igreja estava fechada e eu não vi nada em lugar nenhum.
— Miguel Lima: Hoje é uma data especial para esse pessoal do rio. Espero que você me escute e vá embora da cidade, mas não vou impedi-lo de fazer o que bem entender.
— Magnus: Eu tenho que fazer meu trabalho.
— Miguel Lima: Eu sei. Cuide-se então.
— Magnus: Você também.

O prefeito e o homem identificado como Paulinho vão embora, deixando Magnus sozinho em frente à pousada.

Continua…

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