24 de dezembro de 2011

Feliz Natal


Cambada, gostaríamos de agradecer a presença de vocês aqui no blog, e desejar a todos boas festas. Queremos aproveitar também para deixar a todos, desde já, os nossos votos de um excelente 2012, repleto de alegrias!

19 de dezembro de 2011

Descobrindo BH - Restaurante Maurizio Gallo


Nós que moramos em Minas Gerais às vezes não percebemos a sorte de termos nascido aqui. O estado é lindo, com uma gente sempre muito receptiva e rica do ponto de vista cultural e gastronômico, é claro. Quem vem pra cá sempre quer voltar e, como já dizia a música, não esquece jamais...

Pois bem, o lugar de hoje teve início porque seu dono, um italiano da cidade de Roma, se apaixonou por BH e pela sua riqueza gastronômica. Maurizio Gallo, como todo bom italiano, aprendeu a cozinhar com a mamma e com a nonna, e sempre gostou de cozinhar para os amigos. Quando veio para BH, não fez diferente. Sempre cozinhando e conquistando mais amigos, abriu o Restaurante Maurizio Gallo.

E lá fomos nós num sábado (mais uma vez) chuvoso, conhecer o restaurante...

Apesar de termos reservado uma mesa, chegamos cedo, quando o restaurante ainda contava com poucas pessoas. Aqui vai uma dica: façam reserva porque o restaurante é pequeno e fica completamente cheio. É uma mesa vagar, que logo chega um novo cliente.

15 de dezembro de 2011

Press Start - Star Wars: The Old Republic

Press Start - Star Wars: The Old Republic

Acredito que o primeiro RPG para videogame que joguei foi Miracle Warriors, do Master System. Era 1989, e aluguei o cartucho na locadora que ficava em frente ao colégio em que eu estudava. Algum tempo depois Phantasy Star foi porcamente traduzido para o português, e uma locadora perto da minha casa comprou uma cópia do jogo.

Como eu não conhecia nada da lógica de um "jogo de aventura", como eram então categorizados os RPG's, minha experiência nos dois jogos limitou-se a andar a esmo pelo mapa, matando (ou tentando matar) todos os monstros que apareciam pela frente. Afinal, era disso que se faziam os "jogos de aventura", não?

Anos depois, quando eu já sabia o que era RPG, consegui uma cópia de Ultima VI para o PC, e o que mais me chamou atenção no jogo foi a liberdade que ele te dava: se eu quisesse, poderia tentar (e nunca conseguir) assassinar o Lord British para tomar o poder e governar Britannia com mão de ferro. Além disso, tudo que você fazia trazia conseqüências.

Passamos, eu e meus irmãos, tanto tempo explorando Britannia e os domínios do gárgulas, que no fim das contas a história original do jogo havia se perdido. Mas jogávamos, queira ou não, nossa própria história, e é disso que se faz um bom RPG.

Press Start - Star Wars: The Old Republic

Corta para 2011, e as inscrições para os testes beta de Star Wars: The Old Republic estavam abertas. Fã que sou de Star Wars e da Bioware (pelos seus excelentes Planescape: Torment, Neverwinter Nights, Star Wars: Knights of the Old Republic e Dragon Age: Origins), não pensei duas vezes antes de me cadastrar. Não sabia se minha máquina agüentaria o tranco, pois não a montei para jogos, mas essa seria uma boa oportunidade para saber qual é a desses MMO's, os quais não haviam ainda capturado o meu interesse.

Chegávamos quase ao fim de novembro, e eu nem me lembrava mais de que havia me inscrito para os testes beta do jogo, quando um email apareceu em minha caixa postal: "You Have Been Selected to Test STAR WARS: The Old Republic!"

Show de bola! Agora era só instalar o jogo para ver se essa bagaça era boa mesmo, e arrumar tempo pra jogar...

12 de dezembro de 2011

Descobrindo BH - Itália Grill


Depois de um tempinho sem o Descobrindo BH, volto a falar de um lugar com referência italiana. Aliás, vendo os posts antigos, não tem como negar que a comida italiana é, definitivamente, a nossa predileta.

O Itália Grill não é novo para mim. Localizado no Diamond Mall, o restaurante foi inaugurado em 1996, e é a nossa opção para fugir um pouco da confusão da praça de alimentação do shopping.

Um dos carros chefes do restaurante, e para mim também, é o filé ao molho madeira, acompanhado de arroz piamontese e batata frita. Sempre que vamos lá eu peço esse prato, e desta vez não foi diferente...

Chegamos ao Diamond Mall numa noite chuvosa e, é claro, o shopping estava cheio, ainda mais nessa época de compras natalinas. Já saímos de casa com a intenção de ir ao Itália Grill e, portanto, nem nos preocupamos em procurar mesa na praça de alimentação.

5 de dezembro de 2011

Press Start - The Secret of Monkey Island

"My name's Guybrush Threepwood, and I want to be a pirate!"
Eu nunca quis ser um pirata. A aventura, para um garoto da minha geração, estava no espaço, com batalhas sendo travadas entre grandes naus naves espaciais e bravos heróis brandindo suas espadas laser. Mal sabia eu que essas histórias já haviam sido contadas...

Apesar não querer ser um pirata, durante a Idade Média da computação pessoal no Brasil, era na pirataria que tínhamos contato com os jogos de PC, pois tudo era muito caro e de difícil acesso. Hoje, com as plataformas de distribuição digital como o Steam e o nacional Nuuvem, ninguém pode utilizar essa desculpa. Mas atire o primeiro disquete de 5"1/4 aquele que nunca copiou um jogo na vida.

Mesmo com a facilidade de se copiar um jogo, os mecanismos de proteção eram menos invasivos e até mesmo um pouco inocentes, pois bastava copiar também os códigos de proteção que os jogos estavam liberados. Isso, entretanto, não significava pouco trabalho: certa vez, o amigo de um colega meu copiou à mão cerca de quatro páginas com todos códigos de proteção do Indiana Jones and the Last Cruzade, já que estes códigos eram compostos por símbolos não reproduzíveis por caracteres normais.

Outro código de proteção trabalhoso de duplicar era o do The Secret of Monkey Island. Antes de iniciar o jogo você tinha que responder em que ano aconteceu um fato relacionado a um determinado pirata em uma das ilhas do Caribe. Para isso você utilizava o acessório Dial-A-Pirate, composto por dois discos através dos quais você formava o rosto do pirata mostrado na tela e obtinha a data para a ilha citada. Impossível de se xerocar sem a destruição do original, mas foi justamente através de uma cópia bem apagada destes discos que vivi pela primeira vez minhas aventuras na famigerada Monkey Island.